Hepatites Virais: conheça os tipos, seus sintomas, formas de prevenção e exames para diagnóstico

As hepatites virais são doenças infecciosas que provocam inflamação no fígado e podem comprometer o funcionamento desse importante órgão. Em muitos casos, a infecção evolui de forma silenciosa, sem apresentar sintomas por meses ou até anos, aumentando o risco de complicações como cirrose e câncer hepático. 

De acordo com o mais recente Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais do Ministério da Saúde, entre 2000 e 2024, foram confirmados mais de 826 mil casos de hepatites virais no Brasil. Desse total, 41,5% corresponderam à hepatite C e 36,6% à hepatite B, demonstrando a importância do diagnóstico precoce e da prevenção. 

Embora sejam agrupadas sob o mesmo nome, as hepatites A, B, C, D e E possuem formas de transmissão, evolução e prevenção diferentes.

O que são as hepatites virais?

As hepatites virais são infecções causadas por diferentes vírus que têm em comum a capacidade de atingir o fígado. Dependendo do tipo viral, a doença pode apresentar um quadro agudo, com recuperação completa, ou evoluir para formas crônicas, capazes de causar danos permanentes ao órgão. 

Um dos principais desafios dessas doenças é que muitas pessoas convivem com a infecção sem saber, especialmente nos casos das hepatites B e C. 

Quais são os sintomas?

Nem todas as pessoas infectadas apresentam sintomas. Quando eles surgem, podem incluir:

  • Cansaço excessivo;
  • Febre;
  • Náuseas e vômitos;
  • Falta de apetite;
  • Dor abdominal;
  • Pele e olhos amarelados (icterícia);
  • Urina escura;
  • Fezes claras;
  • Coceira pelo corpo.

Nas hepatites B e C, é comum que a infecção permaneça silenciosa por anos, sendo descoberta apenas por exames laboratoriais de rotina. 

Hepatite A

Como ocorre a transmissão?

A hepatite A é transmitida principalmente pela ingestão de água ou alimentos contaminados por fezes contendo o vírus, estando fortemente associada a condições inadequadas de saneamento e higiene. 

A doença pode se tornar crônica?

Não. A hepatite A geralmente apresenta evolução aguda e não evolui para infecção crônica.

  • Como prevenir:
  • Vacinação;
  • Higienização adequada das mãos;
  • Consumo de água tratada;
  • Cuidados com a manipulação dos alimentos;
  • Melhorias nas condições de saneamento básico.

Exames utilizados:

  • Anti-HAV IgM;
  • Anti-HAV Total.

Hepatite B

Como ocorre a transmissão?

A transmissão acontece pelo contato com sangue contaminado e fluidos corporais, incluindo:

  • Relações sexuais desprotegidas;
  • Compartilhamento de objetos perfurocortantes;
  • Transmissão da mãe para o bebê durante a gestação ou parto;
  • Exposição ocupacional a sangue contaminado.


Por que merece atenção?

A hepatite B pode se tornar crônica e aumentar o risco de cirrose e câncer de fígado. Segundo a Organização Mundial da Saúde, ela é responsável pela maior parte das mortes relacionadas às hepatites virais no mundo.

Como prevenir?

  • Vacinação;
  • Uso de preservativos;
  • Não compartilhamento de agulhas, seringas ou objetos cortantes;
  • Triagem adequada de sangue e hemoderivados.

Exames utilizados:

  • HBsAg;
  • Anti-HBs;
  • Anti-HBc total;
  • Anti-HBc IgM;
  • HBeAg;
  • Carga viral para HBV (quando indicada).


Hepatite C

Como ocorre a transmissão?

A principal forma de transmissão é o contato com sangue contaminado. Atualmente, os casos estão mais relacionados a:

  • Compartilhamento de seringas;
  • Materiais não esterilizados;
  • Procedimentos invasivos sem controle adequado;
  • Exposição ocupacional.

Por que ela é considerada uma preocupação de saúde pública?

A hepatite C é a mais frequente entre os casos crônicos registrados no Brasil e pode permanecer assintomática por décadas. Quando não diagnosticada e tratada, pode evoluir para cirrose e câncer hepático. 

Como prevenir?

Atualmente não existe vacina contra a hepatite C. A prevenção depende principalmente da redução da exposição ao sangue contaminado.

Exames utilizados:

  • Anti-HCV;
  • HCV-RNA (PCR para hepatite C);
  • Exames de função hepática.


Hepatite D

Como ocorre a transmissão?

A hepatite D é causada pelo vírus Delta e possui uma característica importante: ela só infecta pessoas que já possuem hepatite B.

A transmissão ocorre pelas mesmas vias da hepatite B:

  • Sangue contaminado;
  • Relações sexuais desprotegidas;
  • Transmissão vertical.

Onde ela é mais comum?

Segundo o Ministério da Saúde, a maior parte dos casos brasileiros concentra-se na região Norte, especialmente na Amazônia.

Como prevenir:

A melhor forma de prevenção é a vacinação contra a hepatite B, uma vez que, sem a infecção pelo vírus B, a hepatite D não consegue se estabelecer.

Exames utilizados:

  • Anti-HDV;
  • HDV-RNA;
  • Marcadores para hepatite B.

Hepatite E

Como ocorre a transmissão?

Assim como a hepatite A, a hepatite E está relacionada principalmente ao consumo de água e alimentos contaminados.

No Brasil, os casos são considerados raros quando comparados aos demais tipos virais.

Como prevenir:

  • Consumo de água potável;
  • Higiene alimentar;
  • Saneamento adequado.

Exames utilizados:

  • Anti-HEV IgM;
  • Anti-HEV IgG;
  • Pesquisa molecular, quando indicada.

A importância dos exames laboratoriais

Além dos testes específicos para cada tipo de hepatite, exames laboratoriais podem auxiliar na avaliação do funcionamento do fígado e no acompanhamento da doença.

Entre eles estão:

  • TGO (AST);
  • TGP (ALT);
  • Gama GT;
  • Fosfatase alcalina;
  • Bilirrubinas;
  • Albumina;
  • Tempo de protrombina.

Esses exames ajudam a identificar sinais de inflamação hepática e a monitorar possíveis complicações.

Diagnóstico precoce faz a diferença

As hepatites virais continuam sendo um importante desafio de saúde pública, mas muitas de suas complicações podem ser evitadas por meio da prevenção, vacinação (quando disponível) e diagnóstico precoce.

Como várias dessas infecções podem permanecer silenciosas por longos períodos, os exames laboratoriais desempenham um papel fundamental na identificação da doença antes do surgimento de danos mais graves ao fígado.

Por isso, manter os exames em dia e seguir as orientações médicas são atitudes essenciais para proteger a saúde hepática e garantir mais qualidade de vida.

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Obesidade Mórbida Infantil: um problema que vai além do peso

A obesidade infantil tem se tornado uma das maiores preocupações de saúde pública no Brasil e no mundo. Mais do que uma questão estética, trata-se de uma condição complexa que pode comprometer o desenvolvimento físico, emocional e metabólico das crianças, aumentando o risco de doenças ainda na infância e ao longo da vida adulta. 

Quando o excesso de peso atinge níveis mais graves, caracterizando a obesidade mórbida, os riscos à saúde tornam-se ainda maiores. Muitas vezes, alterações importantes já estão acontecendo no organismo sem que a criança apresente sintomas evidentes. Nesse cenário, os exames laboratoriais podem desempenhar um papel fundamental na identificação precoce de complicações. 

O que é a obesidade mórbida infantil?

A obesidade infantil ocorre quando há um acúmulo excessivo de gordura corporal capaz de prejudicar a saúde da criança. O diagnóstico não é feito apenas pelo peso, mas por meio da avaliação do Índice de Massa Corporal (IMC) em relação à idade e ao sexo. 

Nos casos mais graves, quando o excesso de gordura ultrapassa níveis considerados severos, pode-se caracterizar a obesidade mórbida, condição associada a um risco significativamente maior de desenvolver doenças metabólicas, cardiovasculares e hormonais. 

Um problema crescente no Brasil

De acordo com o Atlas da Obesidade Infantil, publicado pelo Ministério da Saúde, aproximadamente 3 em cada 10 crianças brasileiras entre 5 e 9 anos apresentam excesso de peso. O documento também alerta que o Brasil pode ocupar uma das primeiras posições mundiais em número de crianças e adolescentes com obesidade até 2030, caso medidas efetivas não sejam adotadas.

Dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), divulgados pelo Ministério da Saúde, mostraram que mais de 340 mil crianças brasileiras entre 5 e 10 anos acompanhadas pelo SUS já apresentavam obesidade.

Especialistas consideram esse cenário preocupante porque crianças com obesidade têm maior probabilidade de se tornarem adultos obesos, aumentando o risco de doenças crônicas ao longo da vida.

Quais são as principais causas?


A obesidade mórbida infantil raramente possui uma única causa. Na maioria dos casos, ela resulta da combinação de diversos fatores.

Entre os principais estão:

Alimentação inadequada

O consumo frequente de alimentos ultraprocessados, bebidas açucaradas, salgadinhos, biscoitos recheados e fast food contribui para o excesso de calorias e o baixo aporte nutricional.

Sedentarismo

O aumento do tempo de tela e a redução das atividades físicas favorecem o ganho de peso e dificultam o equilíbrio energético.

Fatores genéticos e familiares

O histórico familiar pode influenciar tanto a predisposição genética quanto os hábitos alimentares e comportamentais da criança.

Aspectos emocionais

Ansiedade, estresse, dificuldades emocionais e uso da alimentação como forma de conforto também podem contribuir para o desenvolvimento da obesidade.

Ambiente e estilo de vida

A disponibilidade de alimentos ultraprocessados, a publicidade direcionada ao público infantil e a falta de espaços adequados para atividade física são fatores que favorecem o aumento dos casos.

Alterações silenciosas que podem ocorrer na infância

Um dos maiores desafios da obesidade infantil é que muitas complicações podem surgir de forma silenciosa.

Mesmo sem apresentar sintomas, a criança pode desenvolver:

  • Resistência à insulina;
  • Alterações na glicose;
  • Colesterol elevado;
  • Triglicerídeos aumentados;
  • Inflamação crônica de baixo grau;
  • Alterações hepáticas, como a esteatose hepática (gordura no fígado);
  • Hipertensão arterial;
  • Alterações hormonais e metabólicas.

Por isso, a investigação laboratorial pode ser uma importante aliada no acompanhamento da saúde infantil.

Quais exames podem ajudar na avaliação?

A solicitação dos exames deve sempre ser feita por um profissional de saúde, considerando a idade, o histórico clínico e as necessidades de cada criança.

Entre os exames que podem auxiliar na identificação de alterações associadas à obesidade infantil, destacam-se:

Glicemia de jejum

Ajuda a avaliar os níveis de açúcar no sangue e a identificar alterações relacionadas ao metabolismo da glicose.

Insulina

Pode auxiliar na investigação da resistência à insulina, condição frequentemente associada ao excesso de peso.

Hemoglobina glicada (HbA1c)

Permite avaliar o comportamento da glicose nos últimos meses.

Perfil lipídico

Inclui exames como:

  • Colesterol total;
  • HDL (colesterol “bom”);
  • LDL (colesterol “ruim”);
  • Triglicerídeos.

Esses marcadores ajudam a identificar fatores de risco cardiovascular.

Enzimas hepáticas

Exames como TGO e TGP podem auxiliar na investigação de alterações no fígado relacionadas ao acúmulo de gordura hepática.

PCR (Proteína C Reativa)

Pode contribuir para a avaliação de processos inflamatórios presentes no organismo.

Função tireoidiana

Exames como TSH e T4 livre podem ser solicitados quando há suspeita de alterações hormonais associadas ao ganho de peso.

A importância da prevenção e do acompanhamento

A obesidade mórbida infantil é uma condição séria, mas que pode ser enfrentada com diagnóstico precoce, acompanhamento adequado e mudanças no estilo de vida.

O monitoramento da saúde da criança não deve se limitar ao peso observado na balança. Em muitos casos, exames laboratoriais permitem identificar alterações metabólicas antes que elas provoquem sintomas ou evoluam para problemas mais graves.

Por isso, o acompanhamento médico e laboratorial é uma ferramenta importante para promover mais saúde, qualidade de vida e bem-estar durante a infância e nas fases futuras da vida.

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Por que sua mãe não deve mais adiar o check-up

Existe uma ideia silenciosa (e muito presente na vida de muitas mães), de que cuidar de si mesma é quase um luxo. Só que o corpo não deixa de precisar de atenção depois da maternidade. Pelo contrário.

Depois da maternidade, o corpo passa por mudanças físicas, hormonais e emocionais importantes, e muitas delas continuam mesmo anos após o nascimento dos filhos. Por isso, manter os exames em dia não é apenas uma questão de prevenção: é uma forma de cuidado consigo mesma.

Muitas vezes, o que parece apenas desgaste da rotina pode esconder alterações importantes de saúde.

Fadiga excessiva, queda de cabelo, alterações de humor, dores frequentes, insônia e indisposição constante podem estar relacionadas a anemia, deficiência de vitaminas, alterações hormonais, glicemia elevada ou problemas na tireoide.

Exames merecem atenção especial depois da maternidade

Alguns exames são essenciais para o acompanhamento da saúde, mas se tornam ainda mais importantes após a maternidade. São eles:

Hemograma completo

Um dos exames mais importantes para avaliação geral da saúde.

Ajuda a identificar anemias, infecções e alterações inflamatórias que podem causar cansaço, fraqueza e baixa disposição.

Ferro, ferritina e vitamina B12

A deficiência desses nutrientes é muito comum em mulheres, especialmente após a gestação e o período de amamentação.

Os sintomas podem incluir:

  • Exaustão;
  • Tontura;
  • Queda de cabelo;
  • Dificuldade de concentração;
  • Sensação constante de fraqueza.

Vitamina D

Importante para imunidade, saúde óssea, força muscular e até bem-estar emocional.

Níveis baixos podem contribuir para fadiga e dores no corpo.

Exames hormonais e tireoidianos

A maternidade e as mudanças hormonais femininas podem impactar diretamente o funcionamento da tireoide e dos hormônios reprodutivos.

Alterações hormonais podem estar relacionadas a:

  • Alterações menstruais;
  • Ganho de peso;
  • Ansiedade;
  • Oscilação de humor;
  • Cansaço persistente;
  • Queda capilar.

Glicemia e hemoglobina glicada

Essenciais para acompanhar a saúde metabólica, especialmente em mulheres que tiveram diabetes gestacional ou possuem histórico familiar de diabetes.

Perfil lipídico (colesterol e triglicerídeos)

A saúde cardiovascular feminina também precisa de atenção ao longo dos anos.

O acompanhamento ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares, hipertensão e alterações metabólicas.

Cuidar de si mesma também é uma forma de cuidado!

Para cuidar dos outros, você também precisa estar saudável.  O autocuidado também é uma forma de garantir qualidade de vida e bem-estar para viver longos anos ao lado dos seus filhos e das pessoas que você ama!

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Como a volta à rotina no início do ano altera seu corpo e seus exames de saúde

Entenda como as mudanças na alimentação, no sono e na rotina nas festas de fim de ano influenciam exames como glicemia, colesterol e inflamação. Veja por que janeiro é um bom momento para atualizar seu check-up no Laboratório Cevallos.

Depois das festas de fim de ano, nosso corpo passa por uma verdadeira “reorganização”. É comum exagerar na alimentação, dormir menos e sair da rotina. Segundo o Ministério da Saúde, alterações no sono, sedentarismo temporário e dietas ricas em gordura e açúcar podem elevar, ainda que por alguns dias, os níveis de glicemia, colesterol e triglicerídeos. Em outras palavras, os primeiros exames do ano às vezes refletem mais o ritmo das festas do que sua saúde habitual.

Outro ponto importante é que o corpo apresenta oscilações naturais ao longo do ano. Pesquisas publicadas no Journal of the American Heart Association mostram que colesterol e glicose podem variar conforme o período e as mudanças de comportamento, como ocorre no recesso de fim de ano. Isso significa que um resultado levemente alterado em janeiro pode ser apenas consequência da rotina recente.

A alimentação também faz diferença. De acordo com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica, refeições muito gordurosas ou realizadas muito próximas ao horário da coleta podem influenciar exames como triglicerídeos e enzimas hepáticas. Por isso, seguir corretamente as orientações de preparo é essencial para resultados confiáveis.

O estresse também entra em cena. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) reforça que mudanças bruscas de rotina, como dormir tarde ou aumentar o consumo de álcool, podem elevar o cortisol, hormônio ligado ao estresse, o que impacta ainda mais o metabolismo. Tudo isso ajuda a explicar por que tantas pessoas notam resultados diferentes no início do ano.

Janeiro, portanto, é um ótimo momento para atualizar o check-up, justamente porque ajuda a entender como o corpo reagiu aos excessos e o que precisa ser ajustado. No Laboratório Cevallos, você pode fazer exames que avaliam glicemia, colesterol, inflamação, função hepática e outros marcadores essenciais para começar o ano com informação e prevenção.

Quer começar 2026 com mais saúde?

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Quando o exame revela mais do que o esperado: o papel do laboratório na detecção precoce de doenças silenciosas

Dezembro é um mês marcado por duas campanhas importantes para a saúde pública: o Dezembro Vermelho, de conscientização e combate ao HIV/aids e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), e o Dezembro Laranja, dedicado à prevenção do câncer de pele. Ambas reforçam uma mensagem essencial: a importância do diagnóstico precoce.

No Laboratório Cevallos, cada exame representa mais do que um simples resultado. Ele pode ser o primeiro passo para identificar doenças que ainda não apresentam sintomas, permitindo um tratamento mais eficaz e, muitas vezes, salvando vidas.

Doenças silenciosas e o poder do diagnóstico precoce

Muitas doenças se desenvolvem de forma silenciosa, sem causar sinais evidentes nas fases iniciais. É o caso do HIV, de algumas hepatites virais, e até de certos tipos de câncer. Segundo dados do Boletim Epidemiológico HIV/aids 2024, do Ministério da Saúde, cerca de 20% das pessoas vivendo com o vírus no Brasil desconhecem o diagnóstico. Isso reforça o quanto o teste laboratorial é essencial para quebrar o ciclo de transmissão e iniciar o tratamento o quanto antes.

No caso do câncer de pele, o tipo mais comum no país, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima mais de 220 mil novos casos por ano. Apesar da alta incidência, o prognóstico é excelente quando a detecção é precoce. Exames laboratoriais e avaliações clínicas regulares ajudam a identificar alterações que merecem investigação, tornando o acompanhamento contínuo um grande aliado da prevenção.

O papel do laboratório na prevenção

O laboratório clínico é muito mais do que um espaço de coleta e resultados. Ele é parte essencial da linha de cuidado à saúde, fornecendo informações precisas que orientam decisões médicas e ajudam na vigilância de doenças.

Por meio de exames de rotina, sorologias e testes específicos, o laboratório contribui para:

– Identificar doenças antes do aparecimento de sintomas;

– Acompanhar a eficácia de tratamentos;

– Orientar o médico sobre condutas preventivas personalizadas.

Além disso, campanhas como o Dezembro Vermelho e Laranja reforçam a importância de procurar o laboratório não apenas quando há suspeitas, mas também como parte de um cuidado preventivo regular.

Cuidar é um gesto contínuo

A prevenção começa com a informação e se fortalece com o cuidado. Manter os exames em dia é uma forma de investir na própria saúde e contribuir para uma vida mais longa e equilibrada.

Neste mês de conscientização, o Laboratório Cevallos reforça seu compromisso com a qualidade, a segurança e o acolhimento em cada atendimento, ajudando você a descobrir, prevenir e tratar o que muitas vezes o corpo ainda não revelou.

Dezembro é um mês de prevenção. Cuide-se hoje para viver bem amanhã.

Os exames laboratoriais que revelam mais sobre a saúde do homem do que o PSA

Durante o Novembro Azul, o exame de PSA (Antígeno Prostático Específico) costuma ser o protagonista das campanhas de saúde masculina. Mas a verdade é que ele é apenas uma das muitas formas de avaliar o estado do organismo do homem. A boa notícia é que, por meio de exames laboratoriais simples, é possível identificar riscos precoces e cuidar da saúde de forma muito mais completa.

1. Hemograma completo: o ponto de partida

Esse exame básico fornece informações valiosas sobre o funcionamento do corpo, como a presença de infecções, inflamações e até sinais de doenças crônicas. Alterações nas plaquetas ou nos glóbulos brancos, por exemplo, podem indicar desde deficiências nutricionais até distúrbios no sistema imunológico.

2. Colesterol e triglicerídeos: o espelho do coração

As doenças cardiovasculares ainda são uma das principais causas de morte entre os homens. Monitorar o colesterol total e suas frações (HDL e LDL), além dos triglicerídeos, ajuda a avaliar o risco de infarto e outras complicações cardíacas, muitas vezes silenciosas.

3. Glicemia e hemoglobina glicada: atenção ao diabetes

O diabetes tipo 2 é mais comum nos homens e costuma se desenvolver sem sintomas evidentes. Avaliar a glicemia e a hemoglobina glicada permite detectar o problema em estágios iniciais e prevenir danos aos rins, olhos e coração.

4. Função hepática e renal: órgãos que merecem vigilância

Exames como TGO, TGP e creatinina mostram como estão funcionando o fígado e os rins, órgãos fundamentais, mas frequentemente esquecidos nas rotinas de check-up.

5. Testosterona: o hormônio que fala muito sobre bem-estar

A queda na testosterona pode causar fadiga, perda de massa muscular, alterações de humor e diminuição da libido. O acompanhamento laboratorial desse hormônio ajuda a entender melhor sintomas, muitas vezes atribuídos apenas ao “estresse”.

Mais que detectar doenças, os exames ajudam a preveni-las

Fazer um check-up completo é um ato de cuidado com o presente e com o futuro. No Laboratório Cevallos, oferecemos exames que vão muito além do PSA, porque cuidar da saúde masculina é olhar para o corpo como um todo.

Saúde da mulher além do Outubro Rosa: o poder do cuidado integral

O Outubro Rosa é um mês dedicado à conscientização sobre o câncer de mama, mas a saúde da mulher merece atenção durante todo o ano. Cuidar da mente, da alimentação, do corpo e manter os exames em dia é essencial para prevenir diversas doenças, não apenas o câncer.

Mais do que campanhas pontuais, é preciso adotar uma visão de cuidado integral, que considere todos os aspectos da saúde feminina: física, emocional e preventiva.

A saúde da mulher no Brasil

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar 73.610 novos casos de câncer de mama em 2025.

Somente em 2024, o Sistema Único de Saúde (SUS) realizou 4,4 milhões de mamografias, sendo 2,6 milhões em mulheres entre 50 e 74 anos, a faixa etária considerada prioritária (Ministério da Saúde, 2025).

Apesar dos avanços, ainda há diferenças regionais importantes no acesso à prevenção e ao diagnóstico precoce, o que reforça a necessidade de manter o acompanhamento médico e laboratorial de forma constante.

Saúde mental: o primeiro passo 

O bem-estar emocional influencia diretamente o equilíbrio do corpo. O estresse crônico, a ansiedade e a sobrecarga, comuns na rotina de muitas mulheres, podem alterar hormônios, aumentar processos inflamatórios e favorecer doenças.

Investir em momentos de descanso, lazer, autoconhecimento e, quando necessário, acompanhamento psicológico ajuda a manter o equilíbrio emocional e favorece o autocuidado em todas as áreas.

Alimentação saudável: nutrindo o organismo

A alimentação é um dos pilares mais importantes da prevenção. Uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, cereais integrais e leguminosas contribui para o controle do peso e para a redução do risco de doenças como câncer, diabetes e hipertensão.

Por outro lado, o consumo frequente de alimentos ultraprocessados, ricos em gorduras, açúcares e sódio, aumenta a inflamação e está associado a diversas doenças crônicas.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais, manter uma alimentação equilibrada e natural é essencial para a saúde feminina em todas as fases da vida (SES-MG, 2022).

Atividade física

A prática regular de atividade física traz benefícios comprovados para a saúde da mulher. Caminhadas, exercícios aeróbicos, musculação e alongamentos ajudam a controlar o peso, equilibrar hormônios e proteger o coração.

Segundo o Ministério da Saúde, mulheres fisicamente ativas têm menor risco de doenças cardiovasculares, que ainda são a principal causa de morte entre mulheres no Brasil (Saúde Brasil, 2022).

E não é preciso muito para começar: 30 minutos de caminhada, três vezes por semana, já fazem diferença significativa (AEN Paraná, 2023).

Exames preventivos ainda são os melhores aliados da prevenção

Os exames laboratoriais e de imagem são fundamentais para o diagnóstico precoce de diversas doenças. No caso da mulher, alguns merecem atenção especial:

Mamografia: indicada a cada dois anos para mulheres entre 50 e 74 anos;

Papanicolau: detecta alterações no colo do útero e deve ser realizado regularmente a partir dos 25 anos;

Exames laboratoriais de rotina: colesterol, glicemia, função hepática e renal, entre outros, ajudam a detectar doenças silenciosas;

Exames hormonais e de vitaminas: essenciais para o acompanhamento da saúde feminina, especialmente em fases de transição como a menopausa.

A vacinação contra o HPV e o acompanhamento ginecológico regular também são medidas indispensáveis para a prevenção do câncer do colo do útero (SES-MG, 2022).

Como o autocuidado pode ajudar a garantir uma boa velhice

Adotar hábitos saudáveis e manter o acompanhamento médico e laboratorial em dia traz benefícios muito além da prevenção ao câncer de mama. Entre eles:

Redução do risco de doenças cardiovasculares;

Controle do diabetes e da hipertensão;

Prevenção de doenças ósseas e musculares;

Melhora do sono e da disposição;

Fortalecimento da saúde mental e emocional.

O Outubro Rosa é um lembrete importante, mas o autocuidado precisa fazer parte da rotina.

Cuidar da saúde não deve ser visto como um gasto, e sim como um investimento em bem-estar, equilíbrio e prevenção.

Realizar consultas e exames periódicos, manter uma alimentação equilibrada e buscar apoio emocional são atitudes que podem transformar a vida das mulheres.

Primavera: como as mudanças climáticas afetam sua saúde

A primavera é uma estação que traz consigo um cenário de renovação: flores desabrochando, dias mais longos e uma sensação de frescor no ar. No entanto, com as mudanças climáticas características dessa época do ano, surgem também novos desafios para nossa saúde. Temperaturas instáveis, aumento da poluição e o aumento do pólen no ar podem ter impactos significativos, principalmente para pessoas que sofrem de doenças respiratórias ou alergias.

Mudanças climáticas típicas da primavera

A primavera é marcada por uma série de mudanças no clima que podem ter impactos diretos e indiretos na saúde humana. Essas mudanças incluem o aumento da temperatura e o aumento de alérgenos naturais, como o pólen das flores. Além disso, as chuvas da estação podem ser mais intensas e frequentes, afetando a umidade, o que pode facilitar o crescimento de fungos e mofo, que podem afetar a qualidade do ar em ambientes fechados e contribuir para doenças respiratórias.

Doenças comuns na primavera e seus sintomas

Com as mudanças climáticas, surgem também algumas doenças mais comuns durante a primavera, que são provocadas, muitas vezes, pelas condições climáticas.

Alergias sazonais

A rinite alérgica, também conhecida como “alergia da primavera”, é uma das condições mais comuns durante essa estação. Ela é provocada pela invasão do pólen de árvores, gramíneas e flores, que se espalha pelo ar durante o período de polinização.

Sintomas comuns:

Espirros

Coriza

Coceira nos olhos

Congestão nasal

Tosse

Doenças respiratórias

A asma e a bronquite também podem ser exacerbadas pela poluição do ar e pela presença de alérgenos. Pessoas com histórico de doenças respiratórias devem redobrar a atenção durante a primavera.

Sintomas:

Dificuldade para respirar

Tosse constante

Chiado no peito

Falta de ar

Infecções virais e bacterianas

A mudança brusca de temperatura pode enfraquecer o sistema imunológico, tornando o corpo mais suscetível a infecções respiratórias, como resfriados e gripes. Além disso, a umidade elevada facilita o crescimento de fungos e mofo, que podem afetar pessoas com doenças pulmonares.

Sintomas:

Febre

Dor de garganta

Tosse seca

Cansaço excessivo

Prevenção de doenças e cuidados com a saúde na primavera

Cuide da respiração

Com o aumento da poluição do ar, pessoas com asma ou outras doenças respiratórias devem ser mais cuidadosas:

Evite exercícios físicos em áreas poluídas ou durante os picos de poluição.

Mantenha o ambiente interno limpo, usando purificadores de ar ou ventilando a casa regularmente.

Como a umidade pode favorecer o crescimento de mofo e fungos, é importante manter os ambientes secos e bem ventilados.

Use desumidificadores em casa, especialmente em áreas como banheiros e sótãos.

Se possível, evite lugares fechados e com alta concentração de pessoas para reduzir o risco de contrair vírus e bactérias.

Proteção solar

Embora o calor da primavera não seja tão intenso quanto no verão, a exposição ao sol pode causar danos à pele. Use sempre protetor solar com FPS adequado para o seu tipo de pele.

Evite a exposição solar direta entre 10h e 16h, quando a radiação UV é mais forte.

Use chapéus, óculos escuros e roupas protetoras quando necessário.

Hidrate-se e alimente-se bem

Com as temperaturas mais amenas, a hidratação pode ser negligenciada, mas ela continua sendo essencial para a saúde. Além disso, com o aumento das frutas e vegetais frescos, é uma ótima oportunidade para manter uma alimentação saudável.

Beba bastante água ao longo do dia para manter a hidratação.

Aposte em uma alimentação rica em vitaminas, especialmente a vitamina C, que ajuda a fortalecer o sistema imunológico.

A Amamentação Exclusiva e Seus Benefícios para a Mãe

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a amamentação exclusiva até os 6 meses de vida do bebê, destacando seus impactos positivos no desenvolvimento da criança. No entanto, poucos sabem que amamentar não é benéfico apenas para o bebê. Esse ato natural também traz uma série de benefícios para a saúde da mulher, promovendo seu bem-estar físico e emocional de maneira significativa.

Redução do Risco de Câncer

Um dos benefícios mais reconhecidos da amamentação para a saúde da mulher é a redução do risco de câncer, especialmente os de mama e de ovário. Estudos demonstram que mulheres que amamentam por períodos mais longos apresentam menor incidência dessas doenças. Segundo o Instituto Nacional do Câncer e estudo publicado na revista Cancer Medicine, a amamentação por 12 meses reduz em 4,3% o risco de câncer de mama.

Proteção Cardiovascular

A amamentação também está associada à saúde cardiovascular. Mulheres que amamentam por mais tempo tendem a apresentar um risco reduzido de doenças cardíacas, incluindo hipertensão e diabetes tipo 2. A Harvard Medical School aponta que a amamentação pode ajudar a regular os níveis de colesterol e diminuir o risco de doenças cardiovasculares a longo prazo, funcionando como um fator protetor para a saúde da mulher.

Recuperação Pós-Parto

Amamentar auxilia ainda na recuperação do corpo pós-parto. O processo faz com que o útero se contraia mais rapidamente, ajudando a reduzir o sangramento e a acelerar o retorno ao tamanho normal. Além disso, a produção de leite materno estimula a liberação de ocitocina, hormônio que facilita esse processo e também contribui para o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho.

Benefícios Psicológicos e Emocionais

A amamentação proporciona à mãe benefícios emocionais notáveis, como a diminuição do risco de depressão pós-parto. A liberação de hormônios como a ocitocina e a prolactina durante o aleitamento cria uma sensação de bem-estar e satisfação, o que pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade. De acordo com um estudo da American Psychological Association (APA), a prática está associada à redução de sintomas depressivos em mães, impactando positivamente o bem-estar emocional da mulher.

A Amamentação como Prática Natural e Sustentável

Além dos benefícios à saúde, a amamentação é uma prática altamente sustentável, pois não gera desperdício e não exige recursos materiais, diferentemente dos alimentos industrializados. Esse aspecto, muitas vezes negligenciado, pode ser considerado um benefício indireto para a saúde ambiental, que, por sua vez, reflete na saúde de todos. Ao amamentar, as mães contribuem não apenas para o seu próprio bem-estar, mas também para o do planeta.

Influenza A, B e C: quais são os tipos, como afetam o corpo e como prevenir

O início do inverno e as temperaturas mais amenas tornam mais propícias as síndromes gripais, como a influenza. Por isso, é importante estar atento aos sintomas e conhecer as variações para preveni-las.

Influenza A, B e C: conheça as diferenças de cada uma

Os vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias.

Tipo A

Causa: Vírus Influenza tipo A.
Hospedeiros: Humanos e diversos animais (aves, porcos, etc.).
Subtipos: Classificados pelas proteínas H (hemaglutinina) e N (neuraminidase). Ex: H1N1, H3N2.
Mutação: Alta capacidade de mutação e recombinação; por isso, causa pandemias.
Gravidade: Geralmente provoca casos mais graves e surtos amplos.
Sintomas: Febre alta, dores no corpo, tosse seca, fadiga intensa, dor de garganta, calafrios.

Tipo B

Causa: Vírus Influenza tipo B.
Hospedeiros: Apenas humanos (e, raramente, focas).
Subtipos: Não possui subtipos como o tipo A, mas é dividido em duas linhagens principais:

  • B/Yamagata
  • B/Victoria

Mutação: Menos propenso a mutações drásticas.
Gravidade: Pode causar quadros moderados a graves, especialmente em crianças e idosos, mas não causa pandemias.
Sintomas: Muito semelhantes aos do tipo A, porém geralmente menos intensos.

Tipo C

Causa: Vírus Influenza tipo C.
Hospedeiros: Humanos e porcos.
Subtipos: Não existem subtipos significativos.
Mutação: Muito estável ao longo do tempo.
Gravidade: Causa infecções leves ou assintomáticas. Não está relacionado a epidemias.
Sintomas: Leves, semelhantes a um resfriado comum. Raramente requer atenção médica.

Por que a gripe ainda é um problema sério?

Apesar de parecer uma doença comum, a gripe não deve ser subestimada. Causada pelo vírus influenza, ela pode provocar complicações graves, especialmente em crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas. Todos os anos, a gripe é responsável por milhares de hospitalizações e mortes em todo o mundo.

A vacina contra a gripe salva vidas

Benefícios da vacinação:

  • Reduz o risco de contrair a gripe.
  • Diminui a gravidade dos sintomas caso você fique doente.
  • Reduz a transmissão do vírus para pessoas vulneráveis.
  • Ajuda a evitar complicações como pneumonia, otite e internações.

Além da vacinação, há outras medidas eficazes de prevenção que ajudam a reduzir o risco de contágio e disseminação do vírus influenza. 

 1. Higiene frequente das mãos

  • Lave as mãos com água e sabão. 
  • Quando não houver água e sabão, use álcool em gel 70%.
  • A higiene das mãos reduz o risco de levar o vírus da mão à boca, olhos e nariz.

2. Evitar contato com pessoas gripadas

  • Evite abraços, beijos e apertos de mão em épocas de surtos.
  • Se estiver doente, fique em casa e evite contato com outras pessoas para não transmitir o vírus.

3. Etiqueta respiratória

  • Cubra o nariz e a boca com o antebraço ou lenço descartável ao tossir ou espirrar.
  • Nunca use as mãos, pois isso facilita a transmissão ao tocar objetos e superfícies.

4. Limpeza de superfícies e objetos

  • O vírus da gripe pode sobreviver por horas em superfícies.
  • Desinfecte objetos e ambientes de uso comum, como maçanetas, celulares, mesas e corrimãos.

5. Ambientes ventilados

  • Evite locais fechados e com aglomerações.
  • Mantenha janelas abertas para circulação de ar, especialmente em ambientes de trabalho, escolas e transporte público.

6. Fortalecimento do sistema imunológico

Ter um sistema imunológico forte ajuda o corpo a combater infecções.

  • Durma bem.
  • Mantenha uma alimentação equilibrada, rica em frutas, legumes e vitaminas (principalmente A, C, D e zinco).
  • Beba bastante água.
  • Pratique atividades físicas regularmente.

Se você apresentar sintomas de gripe, conte com o Laboratório Cevallos para realizar os testes!

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